Beijar é bom, né?
Sabia que beijar traz benefícios ao nosso organismo?
Pois é, muita gente ainda não sabe,
mas é a pura verdade!
O primeiro beijo,.nossa!
O coração bate mais forte e mais veloz, as pernas
tremem, as mãos suam. Tem o primeiro beijo da vida da gente,
mas também tem o primeiro beijo com aquele carinha.
E também tem aquele carinha que, a cada beijo, parece
ser o primeiro.
Estou inspirada, hein!
Então... tudo pode começar com um beijo. Seja um amor verdadeiro,
uma paixão arrebatadora ou um amor de carnaval.
Por outro lado, um beijo morno, sem muita inspiração, não correspondido;
pode sinalizar que alguma coisa val mal na relação.
Mas o fato é que beijar faz bem!
Faz bem à alma, à saúde, e, de quebra, traz vários benefícios
ao nosso corpo, pois emagrece.
De acordo com os dados de uma pesquisa realizada no Brasil,
uma pessoa comum passa 20.160 minutos, ou seja, 14 dias da
sua vida beijando. Mas, se você quiser dar a desculpa de que está
apenas se exercitando, fique à vontade! Um beijo de língua
movimenta 29 músculos, sendo 17 deles da própria língua. O melhor
é que estes movimentos ajudam no combate ao envelhecimento precoce.
Para quem está de dieta, a melhor dica é mesmo apimentar a relação
beijando muito! Alguns estudiosos estimam que um beijo prolongado gaste
12 e 14 calorias. Quer maneira mais prazerosa de queimar
estas vilãs?
Além disso, esta é uma arma poderosa no combate ao estresse.
Uma pessoa apaixonada tem seu corpo invadido por várias
substâncias como a fenetilamina, que está ligada a sensações de
amor, dopamina, ligada à emoção amorosa, e as endorfinas, ligadas
ao prazer. É por isso que, durante um beijo, os batimentos cardíacos
podem aumentar de 70 para 150 batimentos, o que força o
bombeamento por parte do coração de um litro de sangue a mais,
devido às células pedirem mais oxigênio para trabalhar. E este aumento
da taxa de oxigenação auxilia o metabolismo celular.
Os beijadores de plantão podem se considerar mais protegidos de
doenças no aparelho circulatório, no estômago e da vesícula.
Além de serem menos propensos a sofrerem de distúrbios do sono,
como a insônia e dores de cabeça.