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segunda-feira, 19 de março de 2012

Moto e crochê.

Olá!
Qual a ligação que pode existir entre uma moto e o crochê?
Nenhuma? Ou será que tem tudo a ver?
Para o pessoal que vive na internet, procurando ideias do que fazer
em crochê.



Peguei no Duas Motos

Segundo o blog Duas Motos, a ideia foi da artista americana
Theresa Honeywell, ele ainda faz uma brincadeira, sugerindo que
a artista deve ter brigado com o marido e por isso, bolou
o que seria uma "vingacinha cor de rosa"!
Não tem outros detalhes sobre o trabalho, mas dá para ver
e imaginar como deve ter sido trabalhoso fazer esse tipo de coisa, né?
Bjosss

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O antigo e o novo, juntos.

Oi!
Vocês se lembram do passeio ao Centro do Rio 
com o pessoal da faculdade, né?
Andando pelo Centro, o tempo todo, a gente se depara 
com monumentos e prédios históricos que são testemunhas 
de tudo quanto o Rio já passou e os cariocas. Ah, se eles
falassem! Eles não falam, infelizmente, mas estão lá para 
não nos deixar esquecer.

O antigo e o novo se encontram. Séculos XVII e XXI.
Olha essa foto que a Rosana tirou! Ficou ótima! E é o 
exemplo perfeito do que estou falando.

Outro dia, estava lendo no blog da Vera, o
As histórias dos monumentos do Rio,
sobre algumas esculturas.
Fiquei impressionada! Não tinha a menor ideia de como
uma estátua pode mudar tanto de lugar. Reformam a praça aonde 
determinada estátua está e lá vai ela embora para uma 
outra praça da cidade. Muitas das vezes, troca até de bairro!

É o caso da "Bailarina" que já esteve por várias praças.
Dentre todas as peças mencionadas em seu post, 
 Vera diz que "esta foi a que mais “passeou” pela cidade".


A estátua de Carlos Drummond de Andrade com
o seu escultor, Léo Santana, também está lá no blog da Vera.
A foto é a da inauguração em 30/10/2002, na praia de Copacabana.
Ela continua lá, mas é vítima constante de vandalismo,
o que muito incomoda aos cariocas.
E até hoje, as pessoas sentam ao seu lado para tirar fotos.

Bjosss

Rita Mariano - ricaalmariano@gmail.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

A versatilidade da caneca.

Oie.
Quem gosta de canecas?
Todo mundo?
Conheço várias pessoas que amam canecas e, 
por amá-las e não conseguir viver sem elas, colecionam.
A minha irmã mesmo, tem coleção. São tantas e de tantos jeitos!
E servem para tantas coisas! São tão versáteis!!!
Nossa, quanta versatilidade!!!

Com bolo.

Como caixa de presente, cheia de guloseimas!

Com café.

Como porta treco, cheias de canetas.

Como vela.

Com personagem.


Com time.


Com chocolate. Que vontade!!!
Com flores, bem feminina!

Como lembrança do casal.
Com mensagem. Para a Mamãe.

Com mensagem. para o Papai.

Natal.


Com alça coração e encaixe para apaixonados.

Com lugar para o biscoito. 

Como caixa de presente Natal.

Com a Kombi e a moto.

Com guitarra e skate.

 Com barriga de grávida e caneta para escrever o sexo.

Com o rabo do gato faz a alça.

Como o zoiudinho da mamãe.

Como cubo mágico 

Com poás e colherzinha.

Como jarra, cheia de rosas.
Fonte: Google

Pois é, as canecas são muito versáteis mesmo. É uma infinidade!
Poderia passar horas e horas pesquisando e ainda assim, 
não pegaria todas. São muitas mesmo!
Espero que gostem!
Bjosss

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Passeio ao Centro Histórico e Cultural do Centro da Cidade do Rio de Janeiro.

Aqui, nosso ponto de encontro, em frente às barcas, na Praça XV.


Centro Cultural Correios

A Casa França-Brasil

A Luisa na rampa para chegar ao Mosteiro de São Bento.

Aqui a Carolina. A rampa é grande e o povo já tá lá na frente.
A rampa é realmente grande, são várias fotos só com a rampa,
por isso, resumi e botei só duas.

Ufa, chegamos finalmente. Paradinha para foto.

Carolina sentada numa pequena pracinha com a imagem do São Bento.
Ai, ai, cortei a cabeça dele, mas é que não dava para enquadrar tudo.

A igreja. Essa parte da frente foi construída bons anos depois.

Nosso tutor (e guia no passeio) Leonardo.

Dividindo seus conhecimentos com a gente.

Dentro da  igreja.

Missa de domingo. Igreja cheia.

 Não consegui passar daqui.

Em certo momento, os padres silenciaram e os monges começaram a cantar.
Foi bem bonito! 

Depois da visita, algumas observações sobre o que vimos.
 Na foto: o tutor Leonardo, 
a tutora Mônica de verde e a Lúcia de preto.

Mais um lugar agradável, quem sabe para meditar ou 
só sentar e contemplar a Natureza. 

A descida da rampa.

Chegada à Igreja da Candelária

Um dos altares laterais

Um confessionário, tem um de cada lado da igreja.

Vitrais da porta interna.

Outro altar lateral

Detalhe da porta

O outro lado da porta

Na frente da igreja.

Passando pelo CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil

A casa de Carmem Miranda no Brasil.

A porta da casa. Luisa e Rosana.



Luz suspensa da ruela do Arco do Telles

O Arco do Telles. Houve um grande incêndio aqui.
Se clicar na foto ela aumenta.

O tutor Léo e o chafariz da Praça XV.


Era daqui desse chafariz que saía a água usada nas antigas
residências cariocas.As pessoas andavam muito para buscar
água aqui, ou mandavam seus escravos.
Para quem quiser saber mais sobre este monumento ou outro,
do Rio,descobri um blog muito bom, que já passei a seguir.
O nome dele é As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro 



Paço Imperial na Praça XV

Uma charrete dentro do Paço Imperial



Eu e a Lúcia ao lado do Paço.



Palácio Tiradentes

Estátua de Tiradentes


A Carolina e a Cris na escadaria do Palácio Tiradentes

Minha linda! 

"Liberdade, ainda que tardia"

Largo da Carioca. Uma outra fonte onde o carioca buscava água.

Clube Naval. D. Pedro II foi seu presidente.
Na Avenida Almirante Barroso.

Teatro Municipal





Minha linda sentada num banco na Cinelândia. 
Ao fundo o Teatro Municipal.

O sapato machucou o pé e botou o chinelo de dedo.



Monumento na Cinelândia. Se não me engano, à República.

Prédios da Cinelândia. Este amarelo é onde fica o famoso
bar e restaurante, Amarelinho.

O Amarelinho e a Câmara Municipal

Busto de Getúlio Vargas. 

Final do passeio histórico.

Parada para o almoço que ninguém é de ferro!
Saco vazio, não pára em pé, né?
Resolvemos almoçar por ali mesmo, fomos à Choperia da
Cinelândia, mais conhecida como "bar verdinho" por causa do
toldo e da pintura verdes. 

A Lorena e a Carolina, enquanto a comida não vem, 
brincando com o celular. 

Esperando a comida



Meu filho lindo! Como o Gabriel mora no Rio, veio se encontrar
com a gente e também participar do resto do passeio.

O garçom que serviu a nossa mesa

Olha o cachecol!

Fome grande, mesa farta!

Hummmmm



Muita gente para comer

A outra parte do passeio:
 no CCBB.
Passamos horas lá dentro. Muito interessante!
Mas em muitos lugares não podíamos tirar fotos, por causa das exposições.

Essa nave faz parte do trabalho da artista japonesa Mariko Mori.
E sua definição é que é uma instalação, ou seja, é uma obra de arte
que se relaciona com o espaço onde está exposta e com o público

Ela pesa 6 toneladas de alumínio, magnésio e fibras de vidro

As meninas, Lorena, Carolina e Luisa;
não estão com dor de ouvido ou chateadas
ou qualquer outra coisa parecida. Elas estão ouvindo música.
Colocando os cotovelos em lugares marcados nessa grande e 
estranha mesa e colocando as mão nas orelhas, consegue-se ouvir
a música que parece estar saindo da mesa.



Tem mais fotos. Mas chega, né?
Espero que este post sirva para minhas amigas que moram em outros estados,
conhecerem um pouquinho da cidade do Rio e para as amigas que 
moram fora, poderem matar, pelo menos, um pouquinho, a saudade.
Espero que tenham gostado, embora seja bastante extenso o post.
Vou ficar aguardando os comentários.
Bjosss e bom feriado!

Rita Mariano - ricaalmariano@gmail.com