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sábado, 28 de janeiro de 2012

Visitamos o trabalho do meu filho.

Olá!
Muito triste o que está acontecendo no Rio, toda aquela
tragédia. Felizmente, não aconteceu nada enquanto estávamos
lá, mas, na verdade, o que gostaríamos mesmo, é que nunca tivesse
acontecido.
A semana que passamos lá, correu super tranquila.
Fomos da Zona Sul à Zona Norte e retornamos, sem qualquer 
tipo de eventualidade indesejada.
No sábado, dia 14, como o Gabriel não trabalhou, acompanhou-nos 
à Ipanema, mas, antes, passamos em seu trabalho. 

Aqui estão algumas fotos:

Estádio do Fluminense Futebol Clube, no bairro das Laranjeiras.

A filhota toda prosa, sentada na arquibancada.

 A filhota e o estádio. Olha eu ali ou o pedacinho da minha cabeça.

Este escudo fica lá no alto da arquibancada.

Eu. Pose para a foto.

A informação que o Gabriel nos deu é que a sala de troféus
está interditada. Então colocaram alguns troféus em exposição
 nessa vitrine. E nós estamos aí, olhando.

Este é o Salão Nobre que está sendo preparado para um casamento.
O bolo está logo ali a esquerda e mais atrás, pratos cheios de docinhos
e arranjos de flores.

 O Gabriel.
Até os antúrios têm as cores do Fluminense!

A fachada do prédio do Fluminense.

Bom, é isso!
Este é o local de trabalho do meu filho.
Além de ser um torcedor fervoroso, também é funcionário do
Fluminense. E eu tenho certeza que ele ama esse trabalho!!!

Fiquem com Deus e tenham um ótimo domingo!!!
Bjosss

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Fui ao Rio conhecer o apartamento do meu filho.

Olá, pessoas queridas!
Da penúltima postagem para a última, houve um espaço de
16 dias. Isso se deu porque minha filha foi para a casa do pai
em Cabo Frio e levou seu notebook, que era onde estava a 
internet. Para não ficar sem ela, passei-a para o meu antigo pc.
  Acontece que, depois de alguns dias de 
funcionamento, ele pifou de vez. 
Além disso, fui matar a saudade do Rio.
A filhota foi direto de Cabo Frio para lá e eu fui daqui de 
Saquarema para encontrar com ela. Fomos conhecer o 
apartamento novo do filhote. O apartamento é bem pequeno, 
mas também é bem jeitoso e agradável. O Gabriel tá tendo 
muito bom gosto com a decoração.

 A sala toda branca, paredes e chão, fica mais ampla.
Em vez de sofás, ele optou por uma mesa de bar com 6 cadeiras.
Como ele não quer furar a parede, o quadro, que ganhou de uma 
amiga, está apoiado numa cadeira, esperando pela solução.

Para o quarto, comprou uma cama box e armário branco com portas
de correr e uma cômoda também branca que não aparece na foto.

Aqui uma das partes do seu armário. 
Muitas camisas do seu time querido, o tricolor carioca,
Fluminense Futebol Clube.

Na cozinha a opção é o verde. Ainda faltam armários para
guardar os alimentos e os utensílios, por isso, algumas coisas
ainda estão fora de lugar, em cima da pia e em baixo dela.

Detalhe do quadro que foi presente e ainda não foi para a parede.

Bom, conhecemos o apartamento do Gabriel, gostamos bastante
e acabamos ficando por lá, uma semana.
Também fomos à SAARA, comércio popular no Centro da
Cidade, para comprar material para a Carolina fazer pulseiras,
mas, na hora de vir embora esquecemos lá, dentro do
armário do Gabriel.   

Aproveitamos para visitar o trabalho do Gabriel, 
mas essas fotos vão ficar para outra postagem.

Ah, esqueci de dizer que o Gabriel é solteiro e, apesar do
apartamento ser bem pequeno, está de bom tamanho para
ele e, além disso, dá para ir caminhando para o trabalho.

Um ótimo restinho de semana!!!
Bjosss 

domingo, 9 de outubro de 2011

Andanças

 Oi, minhas queridas e meus queridos.
Na quinta, 6 de outubro, aproveitei que o dia tava lindo
e fui visitar minha amiga Marly que mora na rua da praia.
Fui caminhando pela minha rua e a primeira esquina, dobrei à esquerda,
andei poucos metros e pronto! Já tava na praia. A casa dela é afastada
do centro. No ritmo de caminhada, levo uns 20 minutos até chegar lá,
mas fui devagar e ainda parei para tirar umas fotos para
mostrar a vocês. 

As casuarinas da rua da praia. Eu estava andando contra o sol,
por isso, tive que ficar na sombra dela, para poder fotografar.

O mar estava bem calmo, deu vontade de entrar.

O quero-quero estava protegendo seu ninho. Ficou inquieto 
com a minha aproximação

Virei para trás e tirei esta foto. A rua é quase deserta, 
carro, só de vez em quando

As palmas estão com flores. Estão por toda extensão da praia, 
sendo mais comuns,  mais afastado do centro.

Já andei bastante! Aquele ponto branco, maior, em cima do morro,
é a igreja. Daqui a pouco acaba o paralelepípedo 
e começa o asfalto.

Toda vez que passo por essa casa, gosto de ficar olhando.

Esta tirei no portão da minha amiga. Esta é a vista que ela tem toda vez 
que vai ao portão. Olha só a caminhada que tenho pela frente, 
até chegar em casa! Essa parte da rua já é asfaltada.

Gostaram?
Ontem, fui à faculdade e voltei caminhando até Bacaxá, eu e a Lúcia.
Estava com a câmera dentro da bolsa, mas nem lembrei de fotografar.
Qualquer dia ainda vou fazer isso. A faculdade fica numa área totalmente
 diferente. É uma área rural.

Bjosss
Fiquem com Deus e um ÓTIMO domingo!


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Juntas: eu e a filhota.

Olá a todos!
 Aqui em Saquarema temos 
uma população flutuante que enche a cidade nas férias e feriadões,
mas acabando as férias ou passando os feriadões, muitas 
casas se fecham, para voltarem a ser abertas, quem sabe,
nas próximas férias.
Outro dia fui com a filhota, levar a amiga dela que tinha vindo 
fazer um trabalho para a escola aqui em casa,
ela  mora em outro bairro bem próximo e fomos andando.
Fomos ao longo do campo da aviação.

A rua é toda em paralelepípedo. De um lado da rua as casas 
e terrenos, do outro o campo. Ah, sim, era noite e essa rua que 
beira o campo da aviação é bem escura. Em algumas partes tem iluminação,
em outras não. Na ida, as meninas juntas, falavam muito. Na volta, 
só nós duas, embora falássemos, falávamos bem menos e
num volume bem mais baixo.

Passamos pelas casas fechadas. Algumas estão abandonadas.
Numa delas, lá dentro escondida pelas plantas que cresceram sem cuidados e 
sem jardineiro, escondida pela escuridão da noite, a coruja cantava 
seu pio solitário naquela noite escura.

Eu e a filhota, fizemos todo o caminho de volta.
Encontramos pouquíssimas pessoas pela rua, pela hora, 
as pessoas deviam estar vendo a novela e jantando.
E chegamos em casa e fomos jantar também.

Cheguei em casa satisfeita pela caminhada que fizemos na noite.
Sentimos o vento, andamos, ouvimos a coruja e passamos um 
tempo juntas, só nós duas: eu e a filhota. 
Foi bem bom!

Bjosss



quinta-feira, 28 de julho de 2011

O antigo e o novo, juntos.

Oi!
Vocês se lembram do passeio ao Centro do Rio 
com o pessoal da faculdade, né?
Andando pelo Centro, o tempo todo, a gente se depara 
com monumentos e prédios históricos que são testemunhas 
de tudo quanto o Rio já passou e os cariocas. Ah, se eles
falassem! Eles não falam, infelizmente, mas estão lá para 
não nos deixar esquecer.

O antigo e o novo se encontram. Séculos XVII e XXI.
Olha essa foto que a Rosana tirou! Ficou ótima! E é o 
exemplo perfeito do que estou falando.

Outro dia, estava lendo no blog da Vera, o
As histórias dos monumentos do Rio,
sobre algumas esculturas.
Fiquei impressionada! Não tinha a menor ideia de como
uma estátua pode mudar tanto de lugar. Reformam a praça aonde 
determinada estátua está e lá vai ela embora para uma 
outra praça da cidade. Muitas das vezes, troca até de bairro!

É o caso da "Bailarina" que já esteve por várias praças.
Dentre todas as peças mencionadas em seu post, 
 Vera diz que "esta foi a que mais “passeou” pela cidade".


A estátua de Carlos Drummond de Andrade com
o seu escultor, Léo Santana, também está lá no blog da Vera.
A foto é a da inauguração em 30/10/2002, na praia de Copacabana.
Ela continua lá, mas é vítima constante de vandalismo,
o que muito incomoda aos cariocas.
E até hoje, as pessoas sentam ao seu lado para tirar fotos.

Bjosss

Rita Mariano - ricaalmariano@gmail.com

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Passeio ao Centro Histórico e Cultural do Centro da Cidade do Rio de Janeiro.

Aqui, nosso ponto de encontro, em frente às barcas, na Praça XV.


Centro Cultural Correios

A Casa França-Brasil

A Luisa na rampa para chegar ao Mosteiro de São Bento.

Aqui a Carolina. A rampa é grande e o povo já tá lá na frente.
A rampa é realmente grande, são várias fotos só com a rampa,
por isso, resumi e botei só duas.

Ufa, chegamos finalmente. Paradinha para foto.

Carolina sentada numa pequena pracinha com a imagem do São Bento.
Ai, ai, cortei a cabeça dele, mas é que não dava para enquadrar tudo.

A igreja. Essa parte da frente foi construída bons anos depois.

Nosso tutor (e guia no passeio) Leonardo.

Dividindo seus conhecimentos com a gente.

Dentro da  igreja.

Missa de domingo. Igreja cheia.

 Não consegui passar daqui.

Em certo momento, os padres silenciaram e os monges começaram a cantar.
Foi bem bonito! 

Depois da visita, algumas observações sobre o que vimos.
 Na foto: o tutor Leonardo, 
a tutora Mônica de verde e a Lúcia de preto.

Mais um lugar agradável, quem sabe para meditar ou 
só sentar e contemplar a Natureza. 

A descida da rampa.

Chegada à Igreja da Candelária

Um dos altares laterais

Um confessionário, tem um de cada lado da igreja.

Vitrais da porta interna.

Outro altar lateral

Detalhe da porta

O outro lado da porta

Na frente da igreja.

Passando pelo CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil

A casa de Carmem Miranda no Brasil.

A porta da casa. Luisa e Rosana.



Luz suspensa da ruela do Arco do Telles

O Arco do Telles. Houve um grande incêndio aqui.
Se clicar na foto ela aumenta.

O tutor Léo e o chafariz da Praça XV.


Era daqui desse chafariz que saía a água usada nas antigas
residências cariocas.As pessoas andavam muito para buscar
água aqui, ou mandavam seus escravos.
Para quem quiser saber mais sobre este monumento ou outro,
do Rio,descobri um blog muito bom, que já passei a seguir.
O nome dele é As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro 



Paço Imperial na Praça XV

Uma charrete dentro do Paço Imperial



Eu e a Lúcia ao lado do Paço.



Palácio Tiradentes

Estátua de Tiradentes


A Carolina e a Cris na escadaria do Palácio Tiradentes

Minha linda! 

"Liberdade, ainda que tardia"

Largo da Carioca. Uma outra fonte onde o carioca buscava água.

Clube Naval. D. Pedro II foi seu presidente.
Na Avenida Almirante Barroso.

Teatro Municipal





Minha linda sentada num banco na Cinelândia. 
Ao fundo o Teatro Municipal.

O sapato machucou o pé e botou o chinelo de dedo.



Monumento na Cinelândia. Se não me engano, à República.

Prédios da Cinelândia. Este amarelo é onde fica o famoso
bar e restaurante, Amarelinho.

O Amarelinho e a Câmara Municipal

Busto de Getúlio Vargas. 

Final do passeio histórico.

Parada para o almoço que ninguém é de ferro!
Saco vazio, não pára em pé, né?
Resolvemos almoçar por ali mesmo, fomos à Choperia da
Cinelândia, mais conhecida como "bar verdinho" por causa do
toldo e da pintura verdes. 

A Lorena e a Carolina, enquanto a comida não vem, 
brincando com o celular. 

Esperando a comida



Meu filho lindo! Como o Gabriel mora no Rio, veio se encontrar
com a gente e também participar do resto do passeio.

O garçom que serviu a nossa mesa

Olha o cachecol!

Fome grande, mesa farta!

Hummmmm



Muita gente para comer

A outra parte do passeio:
 no CCBB.
Passamos horas lá dentro. Muito interessante!
Mas em muitos lugares não podíamos tirar fotos, por causa das exposições.

Essa nave faz parte do trabalho da artista japonesa Mariko Mori.
E sua definição é que é uma instalação, ou seja, é uma obra de arte
que se relaciona com o espaço onde está exposta e com o público

Ela pesa 6 toneladas de alumínio, magnésio e fibras de vidro

As meninas, Lorena, Carolina e Luisa;
não estão com dor de ouvido ou chateadas
ou qualquer outra coisa parecida. Elas estão ouvindo música.
Colocando os cotovelos em lugares marcados nessa grande e 
estranha mesa e colocando as mão nas orelhas, consegue-se ouvir
a música que parece estar saindo da mesa.



Tem mais fotos. Mas chega, né?
Espero que este post sirva para minhas amigas que moram em outros estados,
conhecerem um pouquinho da cidade do Rio e para as amigas que 
moram fora, poderem matar, pelo menos, um pouquinho, a saudade.
Espero que tenham gostado, embora seja bastante extenso o post.
Vou ficar aguardando os comentários.
Bjosss e bom feriado!

Rita Mariano - ricaalmariano@gmail.com