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quarta-feira, 21 de março de 2012

São Lourenço - padroeiro dos cozinheiros.


Olá a todos!
Já tem um bom tempo que penso em fazer essa postagem.
Ao assistir ao filme "Sob o Sol da Toscana", fiquei sabendo 
que São Lourenço é o santo padroeiro dos cozinheiros, quando 
a personagem da atriz Daiane Lane ganha uma imagem dele de 
presente. Bom, aí fui pesquisar na net para ver o que achava sobre
o assunto e achei, então um blog que se chama Cozinha de São 
Lourenço. Lendo-o, relembrei um detalhe importantíssimo, que,
além do cozinheiro contar com sua proteção, ele o santo, traz
alguém para quem cozinhar. Já que não tem graça nenhuma cozinhar 
só para si. Quem cozinha, gosta de ouvir elogios. Quer saber como 
se saiu com determinado prato, como foi a alquimia com aqueles
ingredientes e temperos. Para que isso aconteça, é preciso que se tenha 
para quem cozinhar.  Há quem diga que o maior elogio que um cozinheiro
 pode ter, é o silêncio que se faz à mesa, logo após a refeição ser servida.
Isso quer dizer que a comida está tão boa que não se quer perder tempo
falando, mas fica-se em silêncio para saboreá-la.

Uma breve narrativa da história de São Lourenço, segundo o 
São Lourenço nasceu no século III em Huesca e cedo partiu para Roma onde assumiu a função de diácono do Papa Sixto II. Naquele tempo diácono era um cargo de extrema importância, e semelhante ao que hoje desempenham os Cardeais no Vaticano. O Papa dispunha de sete diáconos que o ajudavam a administrar a Igreja, e o mais importante, também chamado Arcediago, geria todos os bens da Igreja. São Lourenço era o Arcediago e principal administrador. Devido às suas funções era já considerado como o futuro Papa. Consta que a maior provação a que foi sujeito teria acontecido durante a morte do Papa Sixto II, assassinado com quatro dos seus diáconos. Segundo a tradição, São Lourenço teria perguntado ao Papa, em agonia, para onde seguia sem o seu filho, o seu diácono. O Papa teria respondido que ele não julgasse que o abandonava, e que maiores combates o esperavam e que se reencontrariam passados três dias. De fato, três dias depois do martírio do Papa, São Lourenço é chamado e apresentado perante o prefeito de Roma, Cornelius Saecularis, sendo imperador Valeriano. O prefeito ordena-lhe que entregue o dinheiro e os livros de contas da Igreja. São Lourenço pede então para voltar no dia seguinte e promete lhe entregar toda a riqueza da Igreja. Entretanto, distribui toda a riqueza pelos seus fiéis, e no dia seguinte informa o prefeito que tem todas as riquezas para lhe apresentar. Ousadamente, apresenta-lhe uma multidão de crentes, pobres, doentes e protegidos da Igreja dizendo: “Estes são os verdadeiros tesouros da Igreja.”
São Lourenço teria tomado esta atitude cheio de fé e em ato caridoso para os mais necessitados. O prefeito, em face do ocorrido, teria dito: “Pagarás a fraude com a morte. Morrerás a fogo, em cima de uma grelha.” Assim cumpria-se a vaticínio de Sixto II. São Lourenço é colocado no fogo em cima de uma grelha, sentindo-se já o cheiro da sua carne assada, vira-se para o carrasco e diz ainda: “Este lado já está bom pode virar”. E foi assim juntar-se, pelo martírio, ao seu Papa. Isto aconteceu em 258. Esta breve descrição dos últimos tempos do São Lourenço veio determinar a escolha da profissão a ser posta sob sua proteção, designando-lhe os artífices da área da cozinha. A figuração de São Lourenço é sempre acompanhada de uma grelha, símbolo do seu martírio.

Também pode ler a respeito no blog A História dos Santos.

Bom, como disse, lá no comecinho do post, tem bastante tempo 
que gostaria de ter feito este post, mas ia fazendo outros e este 
sempre ficando para depois. 
Finalmente, aí está ele e espero que vocês tenham gostado.
Ficaram com vontade de rever o filme? Vejam, sim. Ele é bem
gostosinho para se ver e rever. Eu ainda não achei uma imagem
 como essa do São Lourenço. Quem achar me diz, tá?
Ah, segundo o Marcelo de Menezes do blog Cozinha de São Lourenço,
para contar com a proteção do santinho, não pode comprar, 
tem que ganhar. Por isso, aceito presente!!!
Quero um para botar na minha cozinha.

Bjosss

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O antigo e o novo, juntos.

Oi!
Vocês se lembram do passeio ao Centro do Rio 
com o pessoal da faculdade, né?
Andando pelo Centro, o tempo todo, a gente se depara 
com monumentos e prédios históricos que são testemunhas 
de tudo quanto o Rio já passou e os cariocas. Ah, se eles
falassem! Eles não falam, infelizmente, mas estão lá para 
não nos deixar esquecer.

O antigo e o novo se encontram. Séculos XVII e XXI.
Olha essa foto que a Rosana tirou! Ficou ótima! E é o 
exemplo perfeito do que estou falando.

Outro dia, estava lendo no blog da Vera, o
As histórias dos monumentos do Rio,
sobre algumas esculturas.
Fiquei impressionada! Não tinha a menor ideia de como
uma estátua pode mudar tanto de lugar. Reformam a praça aonde 
determinada estátua está e lá vai ela embora para uma 
outra praça da cidade. Muitas das vezes, troca até de bairro!

É o caso da "Bailarina" que já esteve por várias praças.
Dentre todas as peças mencionadas em seu post, 
 Vera diz que "esta foi a que mais “passeou” pela cidade".


A estátua de Carlos Drummond de Andrade com
o seu escultor, Léo Santana, também está lá no blog da Vera.
A foto é a da inauguração em 30/10/2002, na praia de Copacabana.
Ela continua lá, mas é vítima constante de vandalismo,
o que muito incomoda aos cariocas.
E até hoje, as pessoas sentam ao seu lado para tirar fotos.

Bjosss

Rita Mariano - ricaalmariano@gmail.com

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Passeio ao Centro Histórico e Cultural do Centro da Cidade do Rio de Janeiro.

Aqui, nosso ponto de encontro, em frente às barcas, na Praça XV.


Centro Cultural Correios

A Casa França-Brasil

A Luisa na rampa para chegar ao Mosteiro de São Bento.

Aqui a Carolina. A rampa é grande e o povo já tá lá na frente.
A rampa é realmente grande, são várias fotos só com a rampa,
por isso, resumi e botei só duas.

Ufa, chegamos finalmente. Paradinha para foto.

Carolina sentada numa pequena pracinha com a imagem do São Bento.
Ai, ai, cortei a cabeça dele, mas é que não dava para enquadrar tudo.

A igreja. Essa parte da frente foi construída bons anos depois.

Nosso tutor (e guia no passeio) Leonardo.

Dividindo seus conhecimentos com a gente.

Dentro da  igreja.

Missa de domingo. Igreja cheia.

 Não consegui passar daqui.

Em certo momento, os padres silenciaram e os monges começaram a cantar.
Foi bem bonito! 

Depois da visita, algumas observações sobre o que vimos.
 Na foto: o tutor Leonardo, 
a tutora Mônica de verde e a Lúcia de preto.

Mais um lugar agradável, quem sabe para meditar ou 
só sentar e contemplar a Natureza. 

A descida da rampa.

Chegada à Igreja da Candelária

Um dos altares laterais

Um confessionário, tem um de cada lado da igreja.

Vitrais da porta interna.

Outro altar lateral

Detalhe da porta

O outro lado da porta

Na frente da igreja.

Passando pelo CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil

A casa de Carmem Miranda no Brasil.

A porta da casa. Luisa e Rosana.



Luz suspensa da ruela do Arco do Telles

O Arco do Telles. Houve um grande incêndio aqui.
Se clicar na foto ela aumenta.

O tutor Léo e o chafariz da Praça XV.


Era daqui desse chafariz que saía a água usada nas antigas
residências cariocas.As pessoas andavam muito para buscar
água aqui, ou mandavam seus escravos.
Para quem quiser saber mais sobre este monumento ou outro,
do Rio,descobri um blog muito bom, que já passei a seguir.
O nome dele é As histórias dos monumentos do Rio de Janeiro 



Paço Imperial na Praça XV

Uma charrete dentro do Paço Imperial



Eu e a Lúcia ao lado do Paço.



Palácio Tiradentes

Estátua de Tiradentes


A Carolina e a Cris na escadaria do Palácio Tiradentes

Minha linda! 

"Liberdade, ainda que tardia"

Largo da Carioca. Uma outra fonte onde o carioca buscava água.

Clube Naval. D. Pedro II foi seu presidente.
Na Avenida Almirante Barroso.

Teatro Municipal





Minha linda sentada num banco na Cinelândia. 
Ao fundo o Teatro Municipal.

O sapato machucou o pé e botou o chinelo de dedo.



Monumento na Cinelândia. Se não me engano, à República.

Prédios da Cinelândia. Este amarelo é onde fica o famoso
bar e restaurante, Amarelinho.

O Amarelinho e a Câmara Municipal

Busto de Getúlio Vargas. 

Final do passeio histórico.

Parada para o almoço que ninguém é de ferro!
Saco vazio, não pára em pé, né?
Resolvemos almoçar por ali mesmo, fomos à Choperia da
Cinelândia, mais conhecida como "bar verdinho" por causa do
toldo e da pintura verdes. 

A Lorena e a Carolina, enquanto a comida não vem, 
brincando com o celular. 

Esperando a comida



Meu filho lindo! Como o Gabriel mora no Rio, veio se encontrar
com a gente e também participar do resto do passeio.

O garçom que serviu a nossa mesa

Olha o cachecol!

Fome grande, mesa farta!

Hummmmm



Muita gente para comer

A outra parte do passeio:
 no CCBB.
Passamos horas lá dentro. Muito interessante!
Mas em muitos lugares não podíamos tirar fotos, por causa das exposições.

Essa nave faz parte do trabalho da artista japonesa Mariko Mori.
E sua definição é que é uma instalação, ou seja, é uma obra de arte
que se relaciona com o espaço onde está exposta e com o público

Ela pesa 6 toneladas de alumínio, magnésio e fibras de vidro

As meninas, Lorena, Carolina e Luisa;
não estão com dor de ouvido ou chateadas
ou qualquer outra coisa parecida. Elas estão ouvindo música.
Colocando os cotovelos em lugares marcados nessa grande e 
estranha mesa e colocando as mão nas orelhas, consegue-se ouvir
a música que parece estar saindo da mesa.



Tem mais fotos. Mas chega, né?
Espero que este post sirva para minhas amigas que moram em outros estados,
conhecerem um pouquinho da cidade do Rio e para as amigas que 
moram fora, poderem matar, pelo menos, um pouquinho, a saudade.
Espero que tenham gostado, embora seja bastante extenso o post.
Vou ficar aguardando os comentários.
Bjosss e bom feriado!

Rita Mariano - ricaalmariano@gmail.com